Planejamento técnico
Unidades, áreas, acessos, segurança, estrutura de localização e critérios de coleta definidos antes do campo.
Portos, terminais e logística
Controle físico, conciliação contábil, avaliação e organização de bens reversíveis para operações portuárias que precisam de informação rastreável e defensável.

Controle patrimonial em ambiente operacional
Portos e terminais reúnem edificações, equipamentos de movimentação, sistemas, instalações, veículos, móveis e componentes distribuídos por áreas operacionais. O inventário precisa reconhecer essa realidade sem interromper a operação e sem reduzir o ativo a uma simples contagem.
A Vega estrutura o trabalho desde o planejamento de campo até a conciliação, a avaliação e a documentação das decisões. Quando houver bens reversíveis, a análise considera o contrato, o instrumento de outorga e a regulação aplicável, inclusive as exigências vigentes da ANTAQ.
Desafios frequentes
Escopo integrado
O escopo é dimensionado conforme a operação, o contrato e a finalidade da entrega.
Unidades, áreas, acessos, segurança, estrutura de localização e critérios de coleta definidos antes do campo.
Identificação individual, plaquetas, fotos, características, localização e vínculo com a operação.
Relação entre físico e contábil, investigação das divergências e trilha das decisões tomadas.
Critérios técnicos, premissas e memória de cálculo conforme a finalidade estabelecida.
Classificação e estruturação de informações para Lista de Bens Reversíveis e SisPAT, quando aplicável.
Base, relatórios, evidências e indicadores organizados para consulta e validação.
Experiência comprovada
Inventário, avaliação e teste de recuperabilidade de bens reversíveis.
Conhecer o case ↗Itaqui/MAInventário, conciliação, avaliação e estruturação dos bens reversíveis.
Conhecer o case ↗Areia Branca/RNInventário e organização patrimonial em estrutura portuária especializada.
Conhecer o case ↗Salvador/BAControle de bens reversíveis e apoio às exigências regulatórias aplicáveis.
Conhecer o case ↗Método Vega
A estratégia de campo considera acessos, áreas restritas, turnos, responsáveis locais e disponibilidade dos equipamentos. As ocorrências são registradas sem apagar a informação de origem.
Base, áreas, contratos, riscos e critérios.
Identificação, fotos, localização e condição.
Correspondências, exceções e saneamentos.
Resultados, evidências e decisões.
Perguntas frequentes
Não. A classificação depende do contrato, do instrumento de outorga, da titularidade, da vinculação à operação e da regulação aplicável. A análise deve ser documentada.
O planejamento pode ser organizado por áreas, turnos e janelas de acesso, respeitando segurança e disponibilidade operacional. As condições precisam ser validadas com o terminal.
Sim, quando o agente e o contrato estiverem sujeitos à obrigação. O formato e as exigências vigentes são confirmados no início do trabalho.
Não. O inventário registra a realidade física; a conciliação relaciona essa realidade aos registros contábeis e investiga divergências.
Próximo passo
Envie uma visão inicial da operação, das unidades e da quantidade estimada de ativos.